A vespa-asiática, apresenta uma cabeça preta com uma face alaranjada, um tórax negro, um segmento abdominal amarelado-alaranjado na face dorsal. As asas são escuras e as patas castanhas com as extremidades amarelas.


Quando chega a primavera, as fundadoras que saem da hibernação começam a construir ninhos primários, onde colocam as primeiras dezenas de ovos. Nos meses mais quentes, procuram desenvolver um ninho definitivo, num local novo onde não sejam incomodadas. Entre setembro e outubro é quando se observa o maior impacto da predação destes insetos, especialmente nos apiários, sendo a abelha europeia a principal fonte de alimento para as suas larvas.
Ao identificar um ninho, deve ter o cuidado de perceber com que espécie está a lidar, pois pode tratar-se da vespa crabro (europeia), que é nativa e facilmente confundida com a vespa velutina.

A vespa europeia é um pouco maior, apresentando cores mais alaranjadas-castanhas no tórax e patas, com um abdómen com vários segmentos amarelos. Os seus ninhos no entanto, costumam ser menores em dimensão, chegando geralmente aos 60 cm de altura, ocorrem em árvores ocas ou edifícios (chaminés ou no interior).

Ao contrário do que muitos pensam, a picada da vespa velutina não é mortal na maioria dos casos. Geralmente, provoca dor intensa, inchaço e vermelhidão local, semelhantes aos de outras vespas comuns. No entanto, o risco de morte torna-se real em casos de reações alérgicas graves (choque anafilático).
Ao detetar um ninho de Vespa velutina, não se aproxime nem tente destruí-lo, pois são agressivas na defesa do mesmo. Deve manter a distância, sem movimentos bruscos ou agressivos, e contactar os SMPC (249 716 600), ou https://stopvespa.icnf.pt.

